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Depois da recente publicação, em português, do livro das Leis de Jogo 2007, a Federação Portuguesa de Futebol disponibiliza já, no seu site, o livro das Leis do Jogo 2008/09.Consulte aqui, clique na imagem ou, neste blog, no separador "Futebol de 11", na secção "Leis do Jogo" para ter acesso a esta publicação com tradução e revisão técnica do Prof. pombo, Vitor Pereira e Antonino Silva.
A Federação Portuguesa de Futebol editou o novo Guia de Observadores de Futebol de 11, versão 2008.Com algumas alterações em relação à época anterior, a maior novidade é com o facto de agora a pontuação a atribuir aos árbitros, com vista à sua classificação final, ser entre 0 e 27 e aos assistentes entre 0 e 20.
Clique na imagem da FPF ou aqui para lhe aceder ou aceda neste blog, através do separador do lado direito, "Futebol de 11", na secção "Guia do Observador".
Num ano em que houve algumas alterações em termos de Leis de Jogo (não concretamente no espírito da Lei, mas na organização) no Futebol de 11, damos conta que o Futsal também vai ter as suas.
A FIFA já fez conhecer essas alterações, em Circular Oficial n.º 1149 editada a 25 de Junho de 2008. Esperamos agora que a FPF faça a tradução e interpretação do documento.
Para os mais curiosos deixamos já aqui a referida circular, editada apenas em inglês. Clique aqui para lhe aceder.
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Para os mais curiosos deixamos já aqui a referida circular, editada apenas em inglês. Clique aqui para lhe aceder.
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Fonte: Apito Bejense
Reorganização
Enquanto não existe uma tradução dos textos referentes as alterações das Leis de Jogo de Futsal, aqui ficam as Alterações no índice das Leis de Jogo, descritas agora de 1 a 17, substituindo a ordenação de 1 a 18. Esperamos em breve a tradução especifica de cada Lei de Jogo, a cargo FPF.
Enquanto não existe uma tradução dos textos referentes as alterações das Leis de Jogo de Futsal, aqui ficam as Alterações no índice das Leis de Jogo, descritas agora de 1 a 17, substituindo a ordenação de 1 a 18. Esperamos em breve a tradução especifica de cada Lei de Jogo, a cargo FPF.
Informação de José Teodósio (AFBeja)
Fonte: Apito BejenseClique e veja o Comunicado Oficial n.º 35 da FPF sobre os Pelouros do Conselho de Arbitragem liderado pelo Sr. Carlos Esteves, para a época 2008/09.
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O árbitro António Cardoso foi nomeado pela FIFA para integrar os quadros do Campeonato do Mundo de Futsal que se realiza no Brasil de 30 de Setembro a 19 de Outubro. O juiz português mais internacional de sempre torna-se no primeiro representante nacional a participar na prova, sendo um dos 8 árbitros da UEFA a figurar entre os 32 que estarão em competição.António Cardoso conta com 176 jogos internacionais, entre os quais duas finais da UEFA Futsal Cup e a final do Campeonato da Europa que no ano passado se disputou no nosso país. De salientar ainda que o juiz de Coimbra é o único português que esteve em quatro Europeus (2001, 2003, 2005 e 2007).Ao nosso colega de associação endossamos os nossos votos de felicidades e a maior das congratulações!
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Árbitro:
Liga Sagres: 1000€
Liga Sagres: 1000€
Liga Vitalis: 700€
Árbitro Assistente:
Liga Sagres: 500€
Liga Vitalis: 350€
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Quarto Árbitro:
Liga Sagres: 250€
Liga Vitalis: 175€
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Perda Salarial (Dia de Trabalho): 80€
Subsídio de Refeição: 21€
Árbitro Assistente:
Liga Sagres: 500€
Liga Vitalis: 350€
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Quarto Árbitro:
Liga Sagres: 250€
Liga Vitalis: 175€
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Perda Salarial (Dia de Trabalho): 80€
Subsídio de Refeição: 21€
Km: 0,38€
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O Núcleo de Árbitros de Futebol da Figueira da Foz informou através do seu blog todos os interessados que, já se encontra à venda a obra de autoria do Sr. José Agostinho Rodrigues, intitulada a "Bíblia do Árbitro" pelo preço de 15,00 € para sócios e 17,50 € para não sócios. As encomendas deverão ser feitas para o NAFFF através do seu email: nafff@sapo.pt, referindo como preferem fazer o levantamento da obra. No caso de manifestarem o desejo que lhes seja enviada por correio, acresce o valor dos portes de correio. Neste caso é necessário que o interessado envie o seu endereço correctamente a fim de que não haja extravio no envio da mesma.
Devido ao número limitado de exemplares, devem os interessados providenciar alguma prioridade na aquisição do livro.
O NAFFF e todas as Entidades que dela já tiveram conhecimento, garantem ser uma obra de elevada qualidade e aconselhável a todos os árbitros. São 444 páginas versando no I Mandamento: Leis do Jogo, II Mandamento: Normas e Regulamentos, III Mandamento 1440 Perguntas e Respostas e IV Mandamento: Recomendações úteis para antes, durante e final do jogo.
Retirado de: refereetip.blogspot.com
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A primeira acção de aperfeiçoamento e avaliação para árbitros e árbitros assistentes acabou ontem em Melgaço e, no final, Vítor Pereira, presidente da Comissão Arbitragem (CA) da Liga, traçou as linhas gerais do que pretende ver acontecer na nova época. E, à cabeça dos objectivos definidos para a classe, tantas vezes criticada, está a defesa dos jogadores. Principalmente nos lances dentro das grandes áreas, onde tantas polémicas têm surgido recentemente, derivadas de alegadas grandes penalidades mal assinaladas ou que ficaram por marcar."Combater o jogo perigoso e procurar acabar com os puxões e empurrões nos lances de pontapé de canto ou livres para dentro da área são alguns dos objectivos traçados. Isto de forma a dar maior fluidez ao jogo", justificou Vítor Pereira, em declarações à Agência Lusa. Outra das metas desejadas, passa pela "uniformização de critérios", tentando que as análises dos árbitros se tornem o mais coerentes possível. Recorde-se que Vítor Pereira reuniu-se, neste estágio, com os técnicos das equipas que disputam as provas profissionais portuguesas e discutiu com eles este último ponto. Tudo em nome da transparência e de uma época de 2008/09 tranquila e com poucos casos.
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Aprovados com excelência
Tendo em conta os resultados conseguidos pela esmagadora maioria de árbitros e assistentes, a arbitragem do futebol profissional português parece bem entregue. 91 % nos testes escritos e o máximo atingido ao nível das provas de cariz físico deixaram Vítor Pereira "muito satisfeito" e, acima de tudo, extremamente optimista para a nova temporada. O dirigente, que seguiu atentamente os trabalhos dos juízes desde a passada quarta-feira até ontem, considerou mesmo que os árbitros portugueses estão "ao melhor nível da Europa".
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Aprovados com excelência
Tendo em conta os resultados conseguidos pela esmagadora maioria de árbitros e assistentes, a arbitragem do futebol profissional português parece bem entregue. 91 % nos testes escritos e o máximo atingido ao nível das provas de cariz físico deixaram Vítor Pereira "muito satisfeito" e, acima de tudo, extremamente optimista para a nova temporada. O dirigente, que seguiu atentamente os trabalhos dos juízes desde a passada quarta-feira até ontem, considerou mesmo que os árbitros portugueses estão "ao melhor nível da Europa".
in O Jogo
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Na 1.ª foto temos o nosso colega da AFCoimbra, Nuno Roque, recém subido aos quadros da LPFP, na fila de baixo, da direita para a esquerda, o segundo.
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.Nesta segunda foto temos todos os colegas da AFCoimbra. Atrás dos monitores, na 1.ª fila, temos, da direita para a esquerda, no terceiro lugar, Celso Pereira (Árbitro Assistente); na mesma fila, no mesmo sentido, no 11.º lugar, está o colega Nuno Roque (Árbitro); na 4.ª fila, bem no cantinho direito, temos, mais à direita, Nuno Pereira (Árbitro Assistente) e, logo ao lado esquerdo deste, temos Paulo Soares (Árbitro Assistente).
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.São estes (e todos os outros colegas, mas estes mais notáveis por estarem no escalão principal do futebol portugues) que, jogo após jogo, levam mais longe o nome e a qualidade da arbitragem coimbrã. A eles desejamos as maiores felicidades do mundo, que se mantenham por muitos e bons anos no quadro, a espalhar aquela magia a que nos habituaram...
Posição firme sobre os EMPURRÕES e AGARRÕES na GRANDE ÁREA
Após cinco dias de concentração, 23 dos 25 árbitros portugueses de 1.ª categoria terminaram ontem a primeira acção de formação e avaliação da época de 2008/2009. Com sucesso total a nível de provas físicas, como destacou Vítor Pereira. O presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga está muito satisfeito com os resultados, que superaram os números do ano passado, no Alfeite (95%). Neste estágio, que decorreu em Melgaço, as performances teóricas também foram boas. Ainda segundo Vítor Pereira, a média global num teste com 20 perguntas de escolha múltipla subiu para 91%, “o que apenas demonstra o alto nível de conhecimento teórico dos nossos árbitros”.
Numa acção que juntou também 52 árbitros assistentes, o líder da CA da Liga acertou também com os árbitros importantes recomendações para a próxima época. Uma das mais importantes, tal como Record já revelou, passa pela análise dos lances de empurrões e agarrões dentro da grande área. “Vamos tentar acabar com essa praga”, referiu Vítor Pereira, que não gosta, porém, de usar a palavra “implacável” para classificar a nova postura. Os árbitros viram vários lances deste tipo e têm instruções para ser severos na punição dos mesmos.
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Anéis olímpicos
Importante neste estágio foi também o apertar da malha em relação aos jogadores que põem em risco a integridade física de outros. “Iremos tentar contribuir para fazer diminuir o jogo violento mas tal não depende apenas dos árbitros”, sublinhou Vítor Pereira. Que elegeu como objectivo para a classe que dirige “ser uma das cinco mais competitivas da Europa” e como lema “garantir a imparcialidade e a valorização do jogo”. Acrescentando, dentro dos anéis olímpicos, os seguintes propósitos: “Parceria, excelência, paixão, transparência e compromisso social.” Era o que se podia ler logo à entrada do Hotel Monte Prado, onde os nossos árbitros estagiaram num clima de boa convivência e natural competitividade.
Momento especial sobretudo para oito árbitros assistentes estreantes: Nuno Pereira, de Coimbra, 31 anos; Valter Pereira, de Setúbal, 29; Rodrigo Pereira, de Setúbal, 32; Nélson Moniz, de Ponta Delgada, 30; Tiago Rocha, de Lisboa, 31; Paulo Vieira, de Viana do Castelo, 34; João Ferreira, do Algarve, 33; e Jorge Cruz, de Castelo Branco, 33.
Numa acção que juntou também 52 árbitros assistentes, o líder da CA da Liga acertou também com os árbitros importantes recomendações para a próxima época. Uma das mais importantes, tal como Record já revelou, passa pela análise dos lances de empurrões e agarrões dentro da grande área. “Vamos tentar acabar com essa praga”, referiu Vítor Pereira, que não gosta, porém, de usar a palavra “implacável” para classificar a nova postura. Os árbitros viram vários lances deste tipo e têm instruções para ser severos na punição dos mesmos.
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Anéis olímpicos
Importante neste estágio foi também o apertar da malha em relação aos jogadores que põem em risco a integridade física de outros. “Iremos tentar contribuir para fazer diminuir o jogo violento mas tal não depende apenas dos árbitros”, sublinhou Vítor Pereira. Que elegeu como objectivo para a classe que dirige “ser uma das cinco mais competitivas da Europa” e como lema “garantir a imparcialidade e a valorização do jogo”. Acrescentando, dentro dos anéis olímpicos, os seguintes propósitos: “Parceria, excelência, paixão, transparência e compromisso social.” Era o que se podia ler logo à entrada do Hotel Monte Prado, onde os nossos árbitros estagiaram num clima de boa convivência e natural competitividade.
Momento especial sobretudo para oito árbitros assistentes estreantes: Nuno Pereira, de Coimbra, 31 anos; Valter Pereira, de Setúbal, 29; Rodrigo Pereira, de Setúbal, 32; Nélson Moniz, de Ponta Delgada, 30; Tiago Rocha, de Lisboa, 31; Paulo Vieira, de Viana do Castelo, 34; João Ferreira, do Algarve, 33; e Jorge Cruz, de Castelo Branco, 33.
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Condenados 13 dos 24 arguidosO Tribunal de Gondomar condenou 13 dos 24 arguidos do processo "Apito Dourado", relacionado com alegada corrupção e tráfico de influências no futebol profissional e na arbitragem.
O major Valentim Loureiro foi condenado a três anos e dois meses de prisão, com pena suspensa por igual período, por abuso de poder e prevaricação, bem como perda de mandato na presidência da Câmara de Gondomar.
O abuso de poder foi penalizado com dois meses por cada um dos crimes, sendo a pena de seis meses relacionada com o crime de prevaricação, pelo qual, de acordo com o tribunal, pode perder o mandato. Esta perda de mandato torna-se definitiva quando e se o acórdão transitar em julgado.
José Luís Oliveira, vice-presidente da autarquia gondomarense e presidente do Gondomar SC à data dos factos, foi condenado a três anos de cadeia, pena suspensa, por 25 crimes de abuso de poder e 10 crimes de corrupção desportiva activa.
Pinto de Sousa, antigo presidente do conselho de arbitragem da FPF, foi condenado em cúmulo jurídico a dois anos e três meses, pena suspensa por igual período, por 25 crimes de abuso de poder.
Francisco Tavares Costa, vice-presidente do conselho de arbitragem da FPF, foi condenado a um ano e três meses de prisão, pena suspensa pelo mesmo período.
José Luís Oliveira, Pinto de Sousa, Tavares Costa e Valentim Loureiro foram condenados pelo crime de abuso de poder, por cada nomeação de árbitros feita, num total de 25 crimes cada.
Por dois crimes de corrupção desportiva na forma activa e cumplicidade num crime de abuso de poder foi condenado Luís Nunes a 270 dias de multa à taxa de 15 euros.
A pena de multa foi igualmente aplicada aos árbitros João Macedo (210 dias à taxa de seis euros), António Eustáquio (150 dias a sete euros), Jorge Saramago (90 dias a sete euros) e ao presidente do Sousense, Américo Neves (90 dias a 12 euros).
O árbitro Licínio Santos, condenado a cinco meses de prisão, viu a sua pena ser substituída por multa.
Castro Neves, vereador da Câmara de Gondomar e director do Departamento de Futebol do Gondomar SC, foi absolvido.
O Tribunal de Gondomar absolveu ainda Barbosa da Cunha, João Soares Mesquita, Ricardo Pinto, Carlos Carvalho, Valente Mendes, José Manuel Rodrigues, Sérgio Sedas, José Agostinho Silva e Leonel Viana.
Licínio Santos, João Macedo e António Eustáquio foram ainda suspensos por três anos e Jorge Saramago encontra-se proibido durante dois anos e seis meses.
Sobre os árbitros, o Tribunal de Gondomar considerou que as ofertas de artefactos em ouro aos árbitros dos jogos do Gondomar SC não significam, por si só, que os árbitros tenham violado as leis de jogo.
Na leitura do acórdão defendeu-se ainda a impossibilidade de se definir qual o lance concreto em que o árbitro agia contra as leis de jogo, pelo que "ficará sempre a dúvida" se o erro era intencional ou não.
Os Arguidos do "Apito Dourado"
Para clarificação de quem são os acusados e quais os crimes sobre os quais serão julgados, aqui fica a listagem de todos os arguidos:
José Luís Oliveira (ex-presidente do Gondomar Sport Clube e vice-presidente da Câmara de Gondomar) - acusado de 26 crimes de corrupção activa e 21 crimes de corrupção desportiva activa. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos três crimes). O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Joaquim Castro Neves (vereador da Câmara de Gondomar) - co-acusado de 19 crimes de corrupção desportiva activa.
Valentim Loureiro (ex-presidente da Liga e presidente da Câmara de Gondomar) - cumplicidade em 26 crimes de corrupção activa e autoria de um crime de prevaricação. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
José António Pinto de Sousa (antigo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF) - 26 crimes de corrupção passiva para acto ilícito. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Francisco Costa (vice-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF) - cumplicidade em 26 crimes de corrupção passiva para acto ilícito. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos um). O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Luís Nunes da Silva (ex-vogal do Conselho de Arbitragem da FPF) - um crime de corrupção activa, cumplicidade num crime de corrupção activa, co-autoria de três crimes de corrupção desportiva activa e cumplicidade num crime de corrupção desportiva activa. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Carlos Carvalho (presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Porto) - cumplicidade em dois crimes de corrupção desportiva. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos um)
Licínio da Silva Santos (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva. - Pedro Sanhudo (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva, cumplicidade num crime de corrupção desportiva activa e autoria de um crime de corrupção desportiva activa.
Hugo Teixeira da Silva (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva.
João Pedro Carvalho da Silva Macedo (árbitro) - acusado de quatro crimes de corrupção desportiva passiva.
Ricardo Emanuel da Fonseca Pinto (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva.
Manuel Valente Mendes (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação.
António Eustáquio (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva. O MP entendeu que o tribunal deveria considerar o facto de ter sido o único arguido a falar em tribunal.
Jorge Saramago (árbitro) - acusado de um crime de corrupção desportiva passiva.
José Rodrigues (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva.
Sérgio Sedas (árbitro) - acusado de um crime de corrupção desportiva passiva. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação.
Manuel Barbosa da Cunha (observador de árbitros) - acusado de um crime de corrupção passiva para acto ilícito. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
João Soares Mesquita (observador de árbitros) - cumplicidade num crime de corrupção activa. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Américo Neves (presidente do clube de futebol Sousense) - co-acusado de um crime de corrupção desportiva activa.
Agostinho Duarte da Silva (ex-chefe de departamento de futebol do Sousense) - co-acusado de um crime de corrupção desportiva activa.
Leonel Viana (antigo vereador da Câmara de Gondomar) - co-acusado de um crime de prevaricação.
António Ferreira (tenente-coronel reformado) - instigação à prática de um crime de prevaricação.
José Horta Ferreira (designer) - cumplicidade num crime de prevaricação.
O abuso de poder foi penalizado com dois meses por cada um dos crimes, sendo a pena de seis meses relacionada com o crime de prevaricação, pelo qual, de acordo com o tribunal, pode perder o mandato. Esta perda de mandato torna-se definitiva quando e se o acórdão transitar em julgado.
José Luís Oliveira, vice-presidente da autarquia gondomarense e presidente do Gondomar SC à data dos factos, foi condenado a três anos de cadeia, pena suspensa, por 25 crimes de abuso de poder e 10 crimes de corrupção desportiva activa.
Pinto de Sousa, antigo presidente do conselho de arbitragem da FPF, foi condenado em cúmulo jurídico a dois anos e três meses, pena suspensa por igual período, por 25 crimes de abuso de poder.
Francisco Tavares Costa, vice-presidente do conselho de arbitragem da FPF, foi condenado a um ano e três meses de prisão, pena suspensa pelo mesmo período.
José Luís Oliveira, Pinto de Sousa, Tavares Costa e Valentim Loureiro foram condenados pelo crime de abuso de poder, por cada nomeação de árbitros feita, num total de 25 crimes cada.
Por dois crimes de corrupção desportiva na forma activa e cumplicidade num crime de abuso de poder foi condenado Luís Nunes a 270 dias de multa à taxa de 15 euros.
A pena de multa foi igualmente aplicada aos árbitros João Macedo (210 dias à taxa de seis euros), António Eustáquio (150 dias a sete euros), Jorge Saramago (90 dias a sete euros) e ao presidente do Sousense, Américo Neves (90 dias a 12 euros).
O árbitro Licínio Santos, condenado a cinco meses de prisão, viu a sua pena ser substituída por multa.
Castro Neves, vereador da Câmara de Gondomar e director do Departamento de Futebol do Gondomar SC, foi absolvido.
O Tribunal de Gondomar absolveu ainda Barbosa da Cunha, João Soares Mesquita, Ricardo Pinto, Carlos Carvalho, Valente Mendes, José Manuel Rodrigues, Sérgio Sedas, José Agostinho Silva e Leonel Viana.
Licínio Santos, João Macedo e António Eustáquio foram ainda suspensos por três anos e Jorge Saramago encontra-se proibido durante dois anos e seis meses.
Sobre os árbitros, o Tribunal de Gondomar considerou que as ofertas de artefactos em ouro aos árbitros dos jogos do Gondomar SC não significam, por si só, que os árbitros tenham violado as leis de jogo.
Na leitura do acórdão defendeu-se ainda a impossibilidade de se definir qual o lance concreto em que o árbitro agia contra as leis de jogo, pelo que "ficará sempre a dúvida" se o erro era intencional ou não.
in: Jornal Notícias
.Os Arguidos do "Apito Dourado"
Para clarificação de quem são os acusados e quais os crimes sobre os quais serão julgados, aqui fica a listagem de todos os arguidos:
José Luís Oliveira (ex-presidente do Gondomar Sport Clube e vice-presidente da Câmara de Gondomar) - acusado de 26 crimes de corrupção activa e 21 crimes de corrupção desportiva activa. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos três crimes). O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Joaquim Castro Neves (vereador da Câmara de Gondomar) - co-acusado de 19 crimes de corrupção desportiva activa.
Valentim Loureiro (ex-presidente da Liga e presidente da Câmara de Gondomar) - cumplicidade em 26 crimes de corrupção activa e autoria de um crime de prevaricação. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
José António Pinto de Sousa (antigo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF) - 26 crimes de corrupção passiva para acto ilícito. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Francisco Costa (vice-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF) - cumplicidade em 26 crimes de corrupção passiva para acto ilícito. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos um). O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Luís Nunes da Silva (ex-vogal do Conselho de Arbitragem da FPF) - um crime de corrupção activa, cumplicidade num crime de corrupção activa, co-autoria de três crimes de corrupção desportiva activa e cumplicidade num crime de corrupção desportiva activa. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Carlos Carvalho (presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Porto) - cumplicidade em dois crimes de corrupção desportiva. Nas alegações finais, o MP recuou no número de crimes que lhe imputava (menos um)
Licínio da Silva Santos (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva. - Pedro Sanhudo (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva, cumplicidade num crime de corrupção desportiva activa e autoria de um crime de corrupção desportiva activa.
Hugo Teixeira da Silva (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva.
João Pedro Carvalho da Silva Macedo (árbitro) - acusado de quatro crimes de corrupção desportiva passiva.
Ricardo Emanuel da Fonseca Pinto (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva.
Manuel Valente Mendes (árbitro) - acusado de três crimes de corrupção desportiva passiva. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação.
António Eustáquio (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva. O MP entendeu que o tribunal deveria considerar o facto de ter sido o único arguido a falar em tribunal.
Jorge Saramago (árbitro) - acusado de um crime de corrupção desportiva passiva.
José Rodrigues (árbitro) - acusado de dois crimes de corrupção desportiva passiva.
Sérgio Sedas (árbitro) - acusado de um crime de corrupção desportiva passiva. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação.
Manuel Barbosa da Cunha (observador de árbitros) - acusado de um crime de corrupção passiva para acto ilícito. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
João Soares Mesquita (observador de árbitros) - cumplicidade num crime de corrupção activa. Nas alegações finais, o MP retirou-lhe a acusação. O tribunal comunicou a possibilidade de lhe ser considerada, na decisão final, a imputação do crime de abuso de poder.
Américo Neves (presidente do clube de futebol Sousense) - co-acusado de um crime de corrupção desportiva activa.
Agostinho Duarte da Silva (ex-chefe de departamento de futebol do Sousense) - co-acusado de um crime de corrupção desportiva activa.
Leonel Viana (antigo vereador da Câmara de Gondomar) - co-acusado de um crime de prevaricação.
António Ferreira (tenente-coronel reformado) - instigação à prática de um crime de prevaricação.
José Horta Ferreira (designer) - cumplicidade num crime de prevaricação.
Lusa/Sol
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O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), António Sérgio, afirmou hoje que os veredictos do processo Apito Dourado, que resultaram na condenação de 13 dos 24 arguidos, provaram que os árbitros “eram vítimas do sistema”. “Os árbitros eram mais vítimas do sistema instituído do que propriamente autores dos factos em causa. As penas são claramente mais gravosas para os dirigentes, como penas de prisão, comparadas com as penas dos árbitros, que se limitaram a ser vítimas do sistema”, disse António Sérgio em declarações à Agência Lusa.O presidente da APAF destacou a “rapidez da justiça portuguesa” na conclusão do processo e desvalorizou o facto de cinco árbitros terem sido considerados como culpados pelo Tribunal de Gondomar. “Cinco no universo de 3.800 árbitros em Portugal não tem qualquer significado estatístico”, sustentou o antigo juiz. António Sérgio defendeu ainda que os árbitros “têm que ter um peso importante na eleição dos seus dirigentes” e lembrou que a responsabilidade dos agentes desportivos “aumentou” com o aparecimento do Apito Dourado. “Os dirigentes condenados teriam um acto de bom senso se pedissem a suspensão dos seus respectivos cargos”, acrescentou.
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, e o presidente da Liga de Clubes, Hermínio Loureiro, recusaram comentar as sentenças do processo, hoje conhecidas. Contactados pela Agência Lusa, Laurentino Dias e Hermínio Loureiro não se mostraram disponíveis para falar sobre a conclusão do processo, enquanto o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madail, esteve incontactável. Valentim Loureiro foi condenado a três anos e dois meses de prisão, com pena suspensa por igual período, por abuso de poder e prevaricação, bem como perda de mandato na presidência da Câmara de Gondomar. O abuso de poder foi penalizado com dois meses por cada um dos crimes, sendo a pena de seis meses relacionada com o crime de prevaricação, pelo qual, de acordo com o tribunal, pode perder o mandato. Essa perda de mandato torna-se definitiva quando e se o acórdão transitar em julgado. Em reacção a esta condenação específica, Valentim Loureiro assegurou que irá candidatar-se novamente à presidência da autarquia Gondomarense na certeza de que irá ganhar. O major foi condenado por prevaricação pela adjudicação considerada ilegal, à empresa Globaldesign, da feitura de um boletim informativo do programa “Urban II” para o desenvolvimento sustentado da Triana, Areosa, Rio Tinto. O vice-presidente da autarquia gondomarense e presidente do Gondomar à data dos factos, José Luís Oliveira, foi condenado a três anos de cadeia, pena suspensa, por 25 crimes de abuso de poder e 10 crimes de corrupção desportiva activa. Já Pinto de Sousa, antigo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, foi condenado em cúmulo jurídico a dois anos e três meses, pena suspensa por igual período, por 25 crimes de abuso de poder.Etiquetas: Noticias
O Tribunal de Gondomar absolveu Valentim Loureiro e Pinto de Sousa dos crimes de corrupção. O major foi condenado pelos crimes de abuso de poder e prevaricação e Pinto de Sousa por abuso de poder, durante a leitura da sentença esta manhã Castro Neves, vereador da Câmara de Gondomar e director do Departamento de Futebol do Gondomar SC, foi absolvido de todos os crimes de que estava indiciado. Valentim Loureiro foi condenado por 25 crimes de abuso de poder, o que lhe valeu uma pena de dois meses de prisão por cada um dos crimes. A condenação por prevaricação ditou-lhe a perda do mandato autárquico, situação que só terá efeito quando a sentença transitar em julgado. O tribunal atribuiu uma pena única de prisão a Loureiro três anos e dois meses suspensa por igual período. A pena de Pinto de Sousa (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol), condenado por 25 crimes de abuso de poder, foi suspensa por dois anos e três meses. José Luís Oliveira - ex-presidente do Gondomar Sport Clube e vice-presidente da autarquia gondomarense - foi condenado por abuso de poder e corrupção desportiva activa. A pena única de três anos de prisão foi suspensa por igual período. O seu advogado, Artur Marques, reiterou, depois da leitura da sentença que, ao contrário do que considerou o tribunal, as escutas telefónicas feitas no âmbito do processo "não são legais nem deviam ser validadas para fundamentar a condenação". Nos casos dos observadores de árbitros Barbosa da Cunha e João Soares Mesquita, os juízes entenderam que nem sequer deviam ser acusados.Cinco árbitros condenados e cinco árbitros absolvidos
O Tribunal de Gondomar condenou cinco árbitros e absolveu outros cinco. Os árbitros absolvidos foram José Manuel Rodrigues, Sérgio Sedas, Ricardo Pinto, Hugo Vladimiro e Manuel Valente Mendes.
António Eustáquio foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. João Macedo foi condenado a uma pena única de sete meses de prisão, substituída por 210 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Pedro Sanhudo foi condenado a uma pena de nove meses de prisão, substituída por 270 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva e pela prática de um crime de corrupção desportiva activa. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos e seis meses. Licínio Santos foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Jorge Saramago foi condenado a uma pena de três meses de prisão, substituída por 90 dias de multa, por um crime de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de dois anos e seis meses.
António Eustáquio foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. João Macedo foi condenado a uma pena única de sete meses de prisão, substituída por 210 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Pedro Sanhudo foi condenado a uma pena de nove meses de prisão, substituída por 270 dias de multa, por três crimes de corrupção desportiva passiva e pela prática de um crime de corrupção desportiva activa. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos e seis meses. Licínio Santos foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão, substituída por 150 dias de multa, por dois crimes de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de três anos. Jorge Saramago foi condenado a uma pena de três meses de prisão, substituída por 90 dias de multa, por um crime de corrupção desportiva passiva. Como pena acessória ficou proibido de exercer cargos ou funções desportivas por um período de dois anos e seis meses.
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Caros colegas! Antes de mais, informamos que o blog tem estado “parado”, pois estamos de férias e o tempo para o actualizar é reduzido. Apresentamos desde já as nossas sinceras desculpas por este facto.
Como já devem ter reparado o apito inicial desta nova época já se ouviu soar no passado dia 1/7, o que quer dizer que não tarda muito e temos aí à porta os 1.os Cursos de Aperfeiçoamento, Actualização e Avaliação da época 2008/2009. Para se ter sucesso é necessário trabalhar, já Edison dizia: “um génio consiste em um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração”. Como tal, deixamos aqui o plano de treinos elaborado pelo Prof. João Dias para o Período Preparatório; as Leis do Jogo 2008, versão actualizada e um apanhado das alterações às leis do jogo 2008, elaborado pelo NAFFF.
Posteriormente informaremos sobre a agenda de trabalhos deste período preparatório, no que toca à realização de sessões de estudo, perguntas e respostas e sessões de esclarecimento técnico. Colocaremos, também mais à frente e num período semanal, as presenças dos vários árbitros do NAFBS nessas actividades preparatórias e essenciais.
O período preparatório do NAFBS em termos físicos, programado para 6 semanas, terá início na próxima segunda-feira, dia 28/08/2009, pelas 19h no Parque do Mandanelho em Oliveira do Hospital (quem participar terá de vir equipado de casa e terá que tomar banho também em casa, pois não temos, para já, balneários disponibilizados, uma vez que o FCOH ainda não começou os seus trabalhos). Assim sendo, quem começar nesta data, deve actualizar as folhas do manual de treinos com as datas previstas.
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Manual de Treinos - Período Preparatório
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Leis do Jogo 2008 - Versão Actual
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Apanhado das Alterações às Leis do Jogo 2008
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Leis do Jogo 2008 - Versão Actual
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Apanhado das Alterações às Leis do Jogo 2008
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Boas férias, bons treinos: bom verão!
NAFBS
Boas férias, bons treinos: bom verão!
NAFBS
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Caros amigos,
Foi criada uma nova secção, no separador "Futebol de 11", com o nome "Documentos Úteis - NAFBS", onde pode ter acesso a diversos documentos criados pelo NAF Beira Serra, para serem utilizados no pré-jogo, jogo e pós-jogo. Clique nas imagens para as ampliar e guarde-as no seu computador se achar que lhe podem ser úteis.
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Saudações desportivas,
NAFBS
Etiquetas: Noticias
Exmos Senhores,
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Vimos pelo presente convidar V. Exª. a estar presente na reunião de trabalho a realizar na proxima 4ª feira, dia 09/07/2008 - 4ª feira - pelas 21,00 horas, na Séde do NÚCLEO DE ÁRBITROS DE FUTEBOL DA BEIRA SERRA, com a seguinte ordem de trabalhos:
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Vimos pelo presente convidar V. Exª. a estar presente na reunião de trabalho a realizar na proxima 4ª feira, dia 09/07/2008 - 4ª feira - pelas 21,00 horas, na Séde do NÚCLEO DE ÁRBITROS DE FUTEBOL DA BEIRA SERRA, com a seguinte ordem de trabalhos:
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::Análise da época anterior;
::Planificação da época;
::Formação de equipas de arbitragem para a época de 2008/2009;
::Outros assuntos de interesse para o Núcleo e para os filiados.
::Análise da época anterior;
::Planificação da época;
::Formação de equipas de arbitragem para a época de 2008/2009;
::Outros assuntos de interesse para o Núcleo e para os filiados.
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Pela importância dos assunto em agenda agradecemos a presença de todos [os elementos ligádos à arbitragem, no activo, nesta zona].
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Pela importância dos assunto em agenda agradecemos a presença de todos [os elementos ligádos à arbitragem, no activo, nesta zona].
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Cumprimentos,
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Apolino Pereira
Presidente do CA
Apolino Pereira
Presidente do CA
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A Lacatoni, marca PORTUGUESA que já há vários anos equipa os árbitros da Federação Portuguesa de Futebol e das Associações Distritais, divulgou a nova colecção para vigorar nos próximos três anos.
Relativamente aos equipamentos dos árbitros para as próximas 3 épocas desportivas, as novidades acentam, sobretudo, nos equipamentos bordeaux e laranja, que vêm substituir o azul-bébé e o amarelo. O mesmo acontece com o fato de treino, que será também bordeaux e o pólo de saída, de côr branca.
Para encomendar os seus equipamentos, consultar o novo catálogo sobre todos os produtos ou obter mais informações, aceda ao site da Lacatoni em www.lacatoni.pt.
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